Vereador apresentou questionamentos sobre a Santa Casa e participou das discussões envolvendo o contrato do transporte coletivo antes de novas apurações sobre os dois setores
O vereador Rafael Tavares (PL) concentrou parte de sua atuação na Câmara Municipal de Campo Grande na fiscalização de setores que movimentam recursos públicos e prestam serviços essenciais à população. Entre eles estão a Santa Casa e o sistema de transporte coletivo operado pelo Consórcio Guaicurus.
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Em março de 2025, Tavares apresentou iniciativa para criação de uma CPI destinada a apurar a situação financeira da Santa Casa, incluindo contratos, despesas e a utilização de recursos. No mesmo período, a Câmara também investigava, por meio de CPI, a execução do contrato de concessão do Consórcio Guaicurus e as condições do transporte coletivo da Capital.
Os dois setores passaram posteriormente por novas medidas de fiscalização. Em setembro deste ano, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul deflagrou a Operação Antidotum, que apura fraudes e desvios em contratos da Santa Casa, com prejuízo já estimado em mais de R$ 4,9 milhões. Já o Consórcio Guaicurus está sob intervenção da Prefeitura desde junho, com análise de receitas, custos, gestão e condições operacionais da concessão.
As iniciativas anteriores do vereador não estabelecem relação direta com as investigações ou medidas adotadas posteriormente pelos órgãos responsáveis. Os registros, no entanto, mostram que Tavares já havia levado à esfera legislativa questionamentos sobre contratos, despesas, déficits e aplicação de recursos nos dois setores, dentro da atribuição fiscalizadora exercida pela Câmara Municipal.
As informações são do portal Quadro Geral.



