No cenário eleitoral de Campo Grande, a candidata Rose recebeu o maior repasse financeiro até agora, com R$ 9 milhões garantidos pelo diretório nacional do União Brasil. Rose, ex-superintendente da Sudeco, lidera as pesquisas de intenção de voto, com apoio significativo de institutos como o Instituto Ranking Brasil Inteligência (37%), Novo Ibrape (27%) e Quaest/TV Morena (34%).
Em segundo lugar em termos de recursos, Camila Jara, candidata pelo PT, conta com R$ 702 mil para sua campanha. Este valor foi assegurado pelo PT Nacional, e Jara tem se destacado em recentes levantamentos, como o do Ranking Brasil, que a posiciona em crescimento.
A prefeita Adriane Lopes (PP) recebeu apenas R$ 20 mil, doados por Ademar Silva Júnior, secretário municipal de Desenvolvimento. Até o momento, não houve contribuições do PP nacional para sua campanha.
Entre os demais candidatos, Beto Figueiró, que não obteve recursos do Novo, decidiu investir R$ 70 mil de recursos próprios em sua campanha. Ele se apresenta como o representante da direita e busca o apoio dos eleitores bolsonaristas.
O deputado federal Beto Pereira (PSDB) ainda não divulgou o valor que terá disponível para sua campanha. Outros candidatos, como Luso Queiroz (PSOL), Jorge Batista (PCO) e Ubirajara Martins (DC), também não informaram os repasses recebidos até o momento.
O limite de gastos para a campanha a prefeito de Campo Grande no primeiro turno é de R$ 9,883 milhões.



