A Prefeitura de Dourados afirmou, em nota oficial, que o menino de três anos agredido pelo padrasto estava matriculado desde 5 de fevereiro deste ano no Centro de Educação Infantil Municipal (Ceim) Geny Ferreira Milan, na Vila Cachoeirinha. A declaração contrasta com o relato da mãe, que disse à polícia não ter conseguido vaga em creche e, por isso, deixava o filho sob os cuidados do padrasto.
De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, não há registro de pedido de matrícula ou transferência para outra unidade – como a supostamente localizada no bairro Jardim João Paulo II, para onde a família teria se mudado recentemente. A Prefeitura ressalta ainda que não foi solicitada qualquer mudança no sistema, o que reforça a versão institucional de que a criança estava regularmente matriculada.
A divergência lança dúvidas sobre a versão inicial da mãe, complicada por relatos de que ela tem sete filhos, sendo apenas três sob seus cuidados – incluindo a criança agredida. Já o padrasto, recentemente libertado do presídio e usando tornozeleira eletrônica, admitiu ter sido o autor da agressão. Após denúncia na Unidade de Pronto Atendimento, ele foi preso pela Guarda Municipal e conduzido para a delegacia. A criança permanece sob cuidados médicos, em observação.
Fonte: MS Informa.



