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Milei fortalece Defesa e amplia papel das Forças Armadas na estratégia nacional

Reprodução

O governo de Javier Milei vem adotando uma série de medidas para ampliar a capacidade de Defesa da Argentina e reforçar a agenda de soberania nacional. Entre as iniciativas recentes está a transferência para a Casa Militar, formada por integrantes das Forças Armadas, do controle integral da segurança e da administração operacional da residência presidencial de Olivos. Segundo o governo argentino, a mudança busca elevar os padrões de segurança e eficiência e também simplificar procedimentos internos.

Na área militar, o governo também ampliou os recursos destinados à Defesa. Em setembro, um decreto elevou em cerca de 218 bilhões de pesos as dotações para o Ministério da Defesa, Exército, Marinha, Força Aérea e Estado-Maior Conjunto. Os recursos incluem investimentos em equipamentos, manutenção, fornecedores e alistamento operacional. A medida ocorre após a incorporação dos primeiros caças F-16 adquiridos da Dinamarca, dentro de um programa de modernização das capacidades militares argentinas.

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Outro eixo da política de Milei é a defesa dos interesses argentinos sobre as Ilhas Malvinas. Em 17 de setembro, o governo enviou ao Congresso o projeto de Lei de Defesa da Soberania Nacional, que prevê sanções mais rígidas contra atividades de exploração de recursos naturais consideradas ilegais pela Argentina e cria mecanismos de coordenação nacional para enfrentar ameaças externas e proteger áreas estratégicas. A proposta também prevê um Conselho de Segurança Nacional presidido pelo chefe do Executivo. Para a Casa Rosada, as medidas fazem parte de uma estratégia de recuperação e proteção dos direitos soberanos reivindicados pelo país.

As informações são dos portais Metrópoles, Câmara de Deputados-Argentina.