A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES) tem utilizado sistemas de informação, como o SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), para monitorar e combater arboviroses como dengue, Zika e Chikungunya. A gerente de Doenças Endêmicas da SES, Jéssica Klener, destaca que o registro de casos suspeitos nesses sistemas permite mapear áreas críticas e identificar surtos em estágios iniciais, auxiliando na formulação de políticas públicas eficazes.
Uma inovação significativa é a plataforma e-VISIT@ Endemias, desenvolvida pela SES em 2018, que já cobre os 79 municípios do estado, envolvendo cerca de 2.000 agentes de campo, supervisores e coordenadores. A ferramenta registra em tempo real os focos do mosquito, permitindo agilidade na resposta e maior eficiência no controle das doenças. Seu sucesso levou à implementação em outros estados, como Distrito Federal e Pernambuco, e está em fase de pré-implantação no Mato Grosso, Piauí e Paraíba.
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O coordenador de Tecnologia de Informática e Informação da SES, Marcos Espíndola Freitas, ressalta que a gestão do SUS é apoiada por sistemas de informação de diferentes origens, incluindo federal, estadual e municipal. A alimentação contínua e precisa desses sistemas com dados atualizados é essencial para orientar a gestão, identificar necessidades da população e os serviços necessários para atendê-las. A ausência de dados precisos pode resultar em alocação inadequada de recursos e ações tardias, comprometendo a eficácia no combate às arboviroses.



