O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu a Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira (23), em Nova York, destacando que considera “inaceitável” qualquer agressão à independência do Poder Judiciário brasileiro. O discurso ocorreu poucos dias após os Estados Unidos anunciarem sanções contra autoridades e familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Entre as medidas divulgadas pela Casa Branca está a revogação dos vistos da esposa e dos filhos do ministro Alexandre de Moraes, além de restrições ao advogado-geral da União, Jorge Messias, e outras pessoas ligadas ao governo. As sanções foram aplicadas com base na Lei Magnitsky, legislação que prevê punições a agentes acusados de abusos de poder e violações de direitos humanos.
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No pronunciamento, Lula também citou a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), sentenciado a mais de 27 anos de prisão pelo STF. Para o presidente, a decisão representa um marco histórico e um recado de que democracia e soberania “não são negociáveis”. A comitiva brasileira contou com ministros de diferentes pastas, incluindo Relações Exteriores, Meio Ambiente e Justiça.
Com informações do portal CNN Brasil.



