O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou uma relação atualizada de foragidos considerados de alta periculosidade no País, como parte do projeto Captura. Entre os nomes incluídos, sete são de Mato Grosso do Sul, cinco deles já condenados pelo Ministério Público Estadual. Os casos envolvem crimes como homicídio qualificado, tráfico de drogas, ocultação de cadáver, lavagem de dinheiro, corrupção e participação em organizações criminosas, especialmente ligadas ao PCC.
Entre os procurados está Ricardo de Souza, condenado por organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro após atuar em um esquema operado de dentro de presídios. Também consta Eder de Barros Vieira, apontado como liderança do PCC no Estado e condenado pela morte de Sandro Lucas de Oliveira, sequestrado e executado após um “tribunal do crime”. Outro nome é o de Cleber Laureano Rodrigues Medeiros, acusado de ordenar dois assassinatos em 2023, quando as vítimas foram estrangulada e carbonizada após adulterarem uma carga de cocaína. Com condenações que somam 74 anos, Osmar Pereira da Silva responde por roubos qualificados e participação em quadrilha especializada em grandes assaltos, enquanto Phillypi Junior Nunes Matos foi sentenciado por transportar 417 quilos de cocaína e três fuzis em uma aeronave. A lista inclui ainda Ronaldo Gonçalves Martinez, que acumula condenações por homicídios, corrupção de menores e envolvimento em esquemas ligados ao PCC.
O Ministério Público reforça que a população pode colaborar com informações anônimas sobre o paradeiro dos procurados pelos canais da Ouvidoria, disponíveis por telefone, e-mail, plataforma Fala BR, site institucional ou atendimento presencial. As autoridades garantem sigilo absoluto e afirmam que a participação da sociedade é essencial para apoiar os esforços de localização e prisão dos fugitivos.
As informações são do portal TopMídia.

























