Segundo matéria publicada pelo Midiamax, um laudo do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) teria descartado estupro para o caso da bebê de 1 ano e 8 meses, em Campo Grande. O caso é investigado pela DEPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente).
Pelo laudo não houve abuso sexual. Segundo a Polícia Civil, existe uma lesão, mas a criança teria problemas para evacuar, o que estava sendo investigado. Por se tratar de criança, foi informado que não seria divulgado o resultado para a imprensa. O laudo deve ser anexado ao processo do caso.
Conforme relato da mãe, a criança teria problemas de prisão de ventre. Na última terça-feira, a mulher teria sido informado pela babá que a bebê estava com dificuldades de evacuar. Após levar a criança para casa, tentou ajudar a filha massageando e mexendo nas pernas, poderem sem sucesso.
Já na quarta-feira (3), a mulher pediu ajuda para as vizinhas e após não conseguirem ajudar a criança, sugeriram ir para a uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento).
Entenda o Caso
No inicio da tarde desta quarta-feira (3), uma criança, de 1 ano e 8 meses, foi encaminha para o UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Coronel Antonino, em Campo Grande, com possíveis sinais de violência sexual. A criança reside com a mãe em uma residência localizada no Jardim Colúmbia, região norte da cidade.
Conforme apurado pela reportagem, vizinhos teriam relatado que nos últimos dias e pela manhã desta quarta (3) ouviram o choro de desespero da criança. Assim que a mãe foi buscar o outro filho na escola, foram verificar a situação. O jornal Mídiamax informou que foi encontrado uma frauda com sangue na residência.
Ao conferirem as partes intimas do bebê, ainda em choro, viram algumas fissuras que levantaram suspeita. “Ela não queria nem que tocasse nela, estava desesperada e fechando as pernas tentando se proteger”, relatou um dos vizinhos ao portal.
Com isso, os vizinhos acionaram a Polícia Militar que encaminharam a mãe e o bebê para a Unidade de Pronto Atendimento. Diante da situação, a criança foi logo levada para o IMOL (Instituto Médico Odontológico Legal) para exame de corpo de delito.
O caso esta sendo investigado pela Polícia Civil, por meio da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente). Um suposto crime ainda não foi confirmado pelas autoridades policiais, contudo, pela vizinhança o clima é de tristeza e revolta pela situação.
Matéria em atualização.



