Uma família de Campo Grande cobra explicações da Santa Casa após a recém-nascida Lorena, com apenas três semanas de vida, aguardar há semanas por uma cirurgia cardíaca urgente. Diagnóstica com atresia tricúspide grau 2 e portadora de um teratoma craniano, a bebê permanece na UTI neonatal sem acompanhamento diário por um cirurgião cardiopediátrico, segundo a mãe, Geisiane Zanatto.
De acordo com a mãe, embora o plano de saúde (IMPCG) cubra integralmente o procedimento, o atendimento especializado só ocorre via SUS. O hospital teria priorizado uma ressonância magnética cujo agendamento foi prejudicado por feriado e instabilidade clínica da criança – incluindo parada cardíaca durante o exame e infecção subsequente. Mesmo recuperada, a bebê aguarda liberação para cirurgia, mas ainda sem data definida.
Geisiane ressalta que, no momento, Lorena está estável, recebendo medicação e suporte sanguíneo, conforme resultados recentes. Porém, a cirurgia só é agendada de segunda a quarta-feira, o que, segundo a mãe, coloca a criança em risco contínuo. “Minha filha precisa de respeito à vida”, afirma .
Fontes: TopMídia e O Consumidor.



