Em 20 de janeiro de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto retirando o país do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas. Esta é a segunda vez que Trump toma tal medida; a primeira ocorreu durante seu mandato anterior, em 2017. A saída oficial dos EUA do acordo está prevista para ser efetivada em 2026, seguindo os procedimentos estabelecidos pelo próprio tratado.
O Acordo de Paris, adotado em 2015, tem como objetivo limitar o aumento da temperatura global a menos de 2°C em relação aos níveis pré-industriais. A retirada dos Estados Unidos, um dos maiores emissores de gases de efeito estufa, pode dificultar o cumprimento das metas estabelecidas e reduzir a pressão sobre outros grandes poluidores para adotarem compromissos mais rigorosos.
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Especialistas apontam que, apesar da decisão de Trump, o avanço em direção às energias renováveis continua forte, com investimentos significativos na indústria de energia limpa. Além disso, diversos estados e cidades norte-americanas mantêm compromissos para reduzir suas emissões. No entanto, a saída dos EUA pode criar um déficit no financiamento destinado a países em desenvolvimento para combater e se adaptar às mudanças climáticas, exigindo a busca por novas fontes de recursos, incluindo contribuições de bancos multilaterais e um papel mais ativo de nações como a China.



