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Entenda caso de corretora que foi encontrada morta em matagal; polícia não descarta latrocínio

Amalha foi assassinada em Campo Grande (Reprodução, Facebook)

A corretora de imóveis Amalha Cristina Mariano Garcia, foi encontrada morta, na última terça-feira (23), em matagal às margens da MS-455, na região do bairro Jardim Los Angeles, em Campo Grande. 

Conforme informações obtidas, a corretora teria saído para cobrar uma dívida de R$ 20 mil de um “ex-paquera” que havia dito que a pagaria. Mesmo sendo advertida por colegas do perigo, Amalha alegou não haver riscos, já que o homem sabia que ela tinha familiares policiais.

Pouco tempo mais tarde, colegas tentaram contato com Amelha, no entanto, não obtiveram sucesso, pois o celular estaria desligado. Segundo testemunhas, ela saiu da corretora onde trabalhava por volta das 12:29, não sendo vista novamente.

Segundo investigações, Amalha estava com um Jeep Renegade e que desapareceu, não sendo encontrado até o momento. Ela foi encontrada em matagal, no entanto, teria sido arrastada por 10 metros até o local. Não havia sinais de abuso sexual.

A perícia identificou que o objeto do crime foi uma arma branca, possivelmente um pau, que não foi encontrado nos arredores. No local, foram recolhidos brincos, correntes e pulseiras da mulher.

Conforme apurou a reportagem, a Polícia Civil não descarta a possibilidade de latrocínio seguido de morte, já que a vítima havia saído de Jeep Renegade, e o veículo ainda não foi localizado.

Conforme a delegada Analu Lacerda, da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), nenhuma linha de investigação foi descartada e pessoas estão sendo ouvidas para que se entenda o fato.

Segundo a delegada, foram ouvidos, nesta quarta-feira (22), na 1º Delegacia de Ponta Porã, como testemunhas, o “ex-paquera”, assim como outros ex-namorados da corretora. Após ser ouvido, o ex-paquera foi liberado por não fazer parte do rol de suspeitos. 

As apurações seguem em andamento e por se tratar de um crime ainda não solucionado, a delegada disse não poder passar mais informações que poderiam comprometer as investigações.