Em 2002, na cidade de Água Clara, Mato Grosso do Sul, Ubirajara César viveu uma situação inusitada ao ser oficialmente declarado morto pela Justiça durante dois anos. A descoberta ocorreu quando ele tentou votar e teve seu título eleitoral recolhido. Ao buscar esclarecimentos, recebeu um atestado de óbito em seu nome, embora estivesse vivo.
Na época, Ubirajara relatou o impacto dessa situação em sua vida, mencionando o choque e o abalo emocional que sofreu. Ele precisou de aproximadamente um ano para reverter a situação e ser reconhecido como vivo pelas autoridades competentes.
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Atualmente, conforme publicado pelo portal G1, aos 52 anos, Ubirajara reflete sobre o episódio com humor, embora na época tenha sido um período difícil. Ele destaca que, desde então, transformou sua vida, abandonando hábitos prejudiciais e tornando-se empresário, sendo reconhecido na comunidade por sua superação pessoal.



