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CUT e outras Centrais Sindicais apoiam Moraes e criticam reportagens da Folha

Quatro das principais centrais sindicais do Brasil emitiram uma nota pública em apoio ao ministro Alexandre de Moraes, destacando seu trabalho à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF). A Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Força Sindical, a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) classificaram as reportagens da Folha de S.Paulo, que expuseram mensagens de assessores do ministro fora dos procedimentos oficiais, como “ataques nefastos” e “matérias apelativas”.

Na nota, as centrais afirmam que as críticas ao trabalho de Moraes vêm de “setores inconformados com o seu papel crucial na preservação da ordem constitucional e no bem-estar do país”.

Leia a íntegra da nota:

As centrais sindicais brasileiras, que sempre pautaram pela defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores (as) da democracia e da justiça social, consideram que a luta contra estranhas ameaças que o Brasil e suas instituições enfrentam, continuam na ordem do dia.

Alertamos a sociedade que os atuais movimentos visando atacar e fragilizar a Democracia, utilizando-se, como método, da desestabilização do ministro do STF, Alexandre de Moraes, são reações de setores inconformados com o seu importante papel para salvaguardar a ordem constitucional e o bem-estar do país.

Os nefastos ataques que o ministro vem sofrendo, principalmente pelo seu papel de combate às chamadas “fake news” produzidas em larga escala por milícias digitais, são demonstrações claras que a sociedade brasileira precisa ficar vigilante contra os ataques que visam abalar os pilares da democracia, na confusão deliberada entre opinião e mentira e entre fato e versão.

As centrais sindicais, portanto, condenam julgamentos precipitados, matérias apelativas e reafirmam sua posição de princípio de que o STF e todo o Poder Judiciário brasileiro deve atuar na defesa da Constituição e do Estado Democrático de Direito, para que momentos de provocada turbulência do país sejam superados pela via Democrática.

Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores);
Miguel Torres, presidente da Força Sindical;
Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores);
Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil).