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CPI dos Transportes aponta lacunas na fiscalização do transporte coletivo em Campo Grande

Foto: Gabriel do Carmo

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Transportes identificou deficiências na fiscalização do transporte coletivo em Campo Grande, destacando que a Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg) possui quadro reduzido de servidores, com cerca de quatro fiscais para monitorar todas as atividades da frota. Segundo o relatório, essa limitação compromete o acompanhamento efetivo do serviço prestado à população.

O documento da CPI recomenda a realização de concurso público para ampliar o quadro da agência e reforçar a fiscalização, especialmente sobre a idade dos ônibus, a segurança nas linhas de rodovia e a transparência financeira do Consórcio Guaicurus, responsável pelo serviço. O levantamento aponta que a frota tem idade média de 8,6 anos, acima do limite de cinco anos previsto em contrato, e que nem todos os veículos foram renovados com ar-condicionado, item demandado pelos passageiros.

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Entre os trechos do relatório, há menção à operação da linha Campo Grande–Anhandui, em que passageiros viajam em pé em rodovia com limite de 110 km/h, situação que contraria normas de segurança. O documento da comissão reúne cerca de 800 páginas, incluindo depoimentos, dados contábeis e gráficos técnicos. A CPI é formada por cinco vereadores: Ana Portela (relatora), Dr. Lívio (presidente), Luiza Ribeiro, Junior Coringa e Maicon Nogueira.

Com informações do portal TopMídia.