O Banco Central decidiu manter a Selic em 15% ao ano na última reunião do Copom em 2025, alinhando-se às expectativas do mercado. A decisão ocorreu no mesmo dia em que o Federal Reserve reduziu os juros nos Estados Unidos para o intervalo de 3,5% a 3,75%. No Brasil, todas as oito reuniões do ano tiveram deliberações unânimes, sem apoio dos diretores para qualquer redução da taxa.
Com a manutenção da Selic, o país segue entre as primeiras posições no ranking mundial de juros reais. Um levantamento feito pela MoneYou em parceria com a Lev Intelligence aponta que o Brasil tem a segunda maior taxa real do mundo, atrás apenas da Turquia. O cálculo considera a projeção de inflação e os juros previstos para os próximos 12 meses, com base nos dados divulgados pelas autoridades de cada país.
No comparativo internacional de juros nominais, o Brasil aparece em quarto lugar, atrás de Turquia, Argentina e Rússia. Já economias como Dinamarca, Holanda, Canadá, Áustria e Japão registram taxas reais negativas, refletindo cenários inflacionários mais controlados e políticas monetárias menos restritivas.
As informações são do portal Conexão Política.



