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Bioparque Pantanal completa três anos e fortalece conexões afetivas com a flora brasileira

Foto: Eduardo Coutinho

O Bioparque Pantanal, inaugurado há três anos, consolidou-se como um dos principais centros de conservação ambiental do Brasil, sendo o maior aquário de água doce do mundo. O espaço, dedicado à preservação da biodiversidade, integra ações de pesquisa, educação e conscientização ambiental, proporcionando uma experiência única aos visitantes ao criar um vínculo direto com a natureza. A cada visita, o Bioparque reafirma seu compromisso em promover o respeito e o cuidado com os ecossistemas brasileiros.

Entre as iniciativas destacadas, o projeto “Sementes da Memória” chama atenção por sua proposta de resgatar as relações afetivas com a flora do país. A exposição, que une botânica, cultura e memórias afetivas, leva os visitantes a uma viagem sensorial por espécies como ipê, jatobá e jacarandá, destacando o papel dessas plantas na construção das histórias pessoais e coletivas de diferentes gerações. Além da exposição, materiais educativos como jogos e brinquedos feitos com sementes locais têm contribuído para engajar o público de maneira lúdica e interativa.

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O impacto do projeto transcende as fronteiras regionais. Visitantes de diversas partes do Brasil, como o baiano Denis Uchôa e o carioca Herminio Almeida, destacam a importância da iniciativa para a conexão com a natureza e para o fortalecimento da consciência ambiental. A diretora-geral do Bioparque, Maria Fernanda Balestieri, enfatiza a importância de estimular nos visitantes, por meio de elementos sensoriais, o vínculo afetivo com a flora sul-mato-grossense e de outros biomas. Com isso, o Bioparque Pantanal se reafirma como um espaço de educação, preservação e transformação, celebrando sua trajetória e impacto positivo na sociedade.

Fonte: Enfoque MS.