Mato Grosso do Sul ampliou sua principal ferramenta de identificação criminal com a inclusão de 486 novos perfis genéticos no banco estadual de DNA. As coletas foram realizadas em duas etapas no Complexo Penitenciário da Gameleira, em Campo Grande, reforçando o trabalho das forças de segurança na identificação de autores de crimes e no esclarecimento de casos que, muitas vezes, permanecem sem solução por anos.
A ação foi conduzida pela Polícia Científica com apoio da Polícia Penal. Foram coletadas 300 amostras na Gameleira II, em abril, e outras 186 na Gameleira I, em maio. Após análises laboratoriais, os perfis passam a integrar os bancos estadual e nacional de genética forense, permitindo o confronto com vestígios biológicos encontrados em cenas de crime em todo o país.
De acordo com os órgãos de segurança, a ampliação da base genética aumenta as chances de localizar criminosos, ligar diferentes ocorrências e produzir provas técnicas que auxiliam a Justiça. Atualmente, Mato Grosso do Sul já contabiliza milhares de perfis cadastrados e dezenas de coincidências genéticas que contribuíram para investigações. A expectativa é que novos mutirões em presídios do interior ampliem ainda mais a capacidade do Estado de identificar responsáveis por crimes e combater a impunidade.
Com informações do portal Enfoque MS.





























