A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), apresentou uma reestruturação administrativa que extingue pastas tradicionais, como a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), a Fundação de Cultura e a Secretaria da Juventude. Em contrapartida, foram criadas a Casa Civil e a Secretaria Especial de Articulação Regional, ambas com foco em ações políticas e estratégicas.
Segundo mensagem enviada ao presidente da Câmara Municipal, Carlão (PSB), Adriane justificou as mudanças como parte de um plano para reduzir a máquina administrativa e implantar um modelo de gestão mais eficiente e alinhado ao programa de governo aprovado nas urnas. “reduzir o peso da máquina administrativa e implantar um novo modelo de gerenciamento, visando a concretização das propostas de gestão apresentadas pelo nosso Programa de Governo, o qual a população campo-grandense aprovou nas urnas”, argumentou a prefeita.
Na prática, a reestruturação manteve o número de secretarias municipais, mas alterou profundamente as funções e prioridades da administração. A Semadur foi incorporada à nova Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Meio Ambiente e Fiscalização Urbana, uma junção que tem gerado críticas por misturar demandas ambientais com questões econômicas.
Extinções que reforçam a economia
Pastas voltadas para setores específicos, como a Juventude e a Cultura, também foram descontinuadas, junto com o Procon Municipal e subsecretarias voltadas para mulheres, direitos humanos, bem-estar animal e direitos do consumidor. As subprefeituras de Rochedinho e Anhanduí, representações locais das regiões mais afastadas, foram igualmente encerradas.
Essas mudanças, segundo a gestão, visam enxugar estruturas redundantes e redirecionar recursos para áreas mais estratégicas.
Criação de novas secretarias
Apesar das extinções, Adriane Lopes criou novas secretarias com foco em articulação e gestão política:
- Casa Civil: projetada para coordenar as ações administrativas e políticas, facilitando a comunicação entre os diferentes órgãos do município.
- Secretaria Especial de Articulação Regional: voltada para fortalecer parcerias e relações institucionais com outras esferas de governo e regiões.
Essas secretarias buscam reforçar o alinhamento político da capital com o estado e o país, promovendo a execução mais eficaz de projetos estruturantes.
Compromisso com eficiência
A reestruturação marca um novo ciclo para Campo Grande, refletindo a visão da gestão de priorizar ações que tragam impacto direto à população. A prefeita Adriane Lopes reforça que a reorganização é um passo necessário para atender às expectativas de eficiência e economia defendidas em sua campanha.
Embora algumas decisões tenham gerado críticas por extinguir áreas culturais e sociais, a administração argumenta que os recursos economizados serão direcionados para fortalecer setores prioritários, garantindo o cumprimento das promessas feitas à população.
Com informações de O Jacaré.






























