A Adepol (Associação dos Delegados de Polícia de Mato Grosso do Sul) se pronunciou neste sábado (15) sobre as críticas ao atendimento prestado à jornalista Vanessa Ricarte, assassinada com três facadas pelo ex-noivo, Caio Nascimento, na última quarta-feira (12).
A associação afirmou que a Polícia Civil seguiu todos os protocolos de segurança e ofereceu as medidas necessárias de proteção à vítima, incluindo a sugestão de permanecer no alojamento da Casa da Mulher Brasileira. No entanto, Vanessa não aceitou essa orientação, conforme a Adepol.
A nota contradiz um áudio divulgado em que Vanessa descreve o atendimento como “frio” e relata insegurança para voltar para casa. A Adepol também esclareceu que o histórico de violência do agressor não foi fornecido à vítima, devido ao sigilo legal.
A associação repudiou as críticas à delegada que atendeu o caso, defendendo que ela seguiu todos os protocolos. Por fim, a Adepol expressou solidariedade à família de Vanessa e lamentou a tragédia.
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