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TSE amplia pressão sobre Meta e exige explicações sobre tratamento de campanhas eleitorais

Foto: Luiz Roberto/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 24 horas para que a Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, apresente informações sobre as medidas adotadas para garantir tratamento igualitário às candidaturas nas plataformas digitais. A decisão foi tomada após a empresa não responder dentro do prazo inicial de 72 horas. O descumprimento poderá resultar em multa diária de R$ 1 milhão.

A investigação começou após uma representação da coligação que apoia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, que apontou possível favorecimento de conteúdos ligados à candidatura adversária e desigualdade na distribuição de anúncios pagos. A campanha de Flávio Bolsonaro também apresentou reclamação semelhante ao TSE. Na sexta-feira (16), o plenário da Corte manteve a determinação para que a Meta assegure tratamento isonômico às campanhas.

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Entre as informações exigidas estão os critérios de recomendação de publicações, dados sobre o alcance dos anúncios das duas candidaturas, investigações sobre possíveis redes de perfis falsos e medidas de identificação de conteúdos produzidos ou alterados artificialmente. Em resposta, a Meta afirmou ter proibido temporariamente a recomendação de candidatos e a geração de imagens deles, além de implementar restrições adicionais para evitar a criação desse tipo de conteúdo por meio de comandos relacionados aos nomes e números eleitorais.

As informações são do portal da Agência Brasil.