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TSE suspende canal Exército do Lula, mas corregedor revoga decisão no mesmo dia

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou neste domingo (11) a suspensão do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). A decisão atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que acusa a estrutura digital de disseminar informações falsas sobre o candidato à Presidência.

Na decisão, Nunes Marques apontou a circulação de conteúdos anteriormente considerados inverídicos pela Justiça Eleitoral, incluindo alegações sobre aposentadorias e sobre o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. A ordem previa que a Meta suspendesse o canal, com mais de 3 milhões de seguidores, no prazo de três horas após a notificação.

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Entretanto, ainda neste domingo, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, reverteu a suspensão e autorizou a continuidade do canal. A nova decisão manteve a proibição de divulgar conteúdos que já tenham sido considerados ilícitos pela Justiça Eleitoral, distinguindo as irregularidades apontadas da suspensão de toda a estrutura de comunicação.

A campanha de Flávio Bolsonaro criticou a reversão, enquanto aliados de Lula questionaram a decisão inicial de bloqueio. O episódio intensificou a disputa judicial em torno da propaganda digital no segundo turno da eleição presidencial.

Fontes: Pleno.News, Agência Brasil e Folha de S.Paulo. Foto: Marcos Corrêa/PR (Wikimedia Commons).