Integrantes da Guarda Municipal de Campo Grande realizaram um ato de protesto nesta quarta-feira (3) para reivindicar a efetivação de determinações da Justiça e a revisão de auxílios pagos à categoria. De acordo com o Sindicato dos Guardas Municipais de Campo Grande, uma das principais demandas refere-se ao adicional de periculosidade, pendente desde 2022. O órgão sindical informou que a prefeitura solicitou novo prazo para a conclusão dos estudos técnicos necessários à definição dos percentuais do benefício, alegando a necessidade de contratação de empresa especializada para elaboração do laudo.
A categoria aponta ainda pendências financeiras decorrentes do enquadramento e da promoção de inspetores. Conforme relata a representação dos trabalhadores, embora a Justiça tenha reconhecido o direito ao reajuste de 40% com efeitos retroativos a janeiro de 2025, os valores retroativos devidos pelo município ainda não foram repassados aos servidores afetados.
Continue após a publicidade
Outro ponto levantado pelos manifestantes diz respeito ao auxílio-alimentação, que atualmente é de R$ 494. Os guardas alegam defasagem no valor do benefício, que não passa por reajustes há cerca de seis anos, e demandam isonomia em relação a outras categorias do funcionalismo público municipal que possuem jornadas distintas e valores superiores.
As informações são do portal TopMídia.



