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Messias evita ministro do STF após derrota e suspeita de articulação nos bastidores

Foto: Brenno Carvalho / O Globo / Reprodução

A rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF) marcou um episódio raro na história política recente. Em votação realizada no Senado no dia 29 de abril, o indicado recebeu 34 votos favoráveis e 42 contrários, não alcançando o mínimo necessário para aprovação. Foi a primeira vez, em mais de um século, que um nome indicado para a Corte foi recusado pelos senadores .

Após o resultado, Messias recebeu manifestações de apoio de integrantes do STF, mas, segundo relatos de bastidores, passou a evitar contato com o ministro Alexandre de Moraes. A decisão estaria relacionada à percepção de que houve atuação contrária à sua indicação durante a tramitação no Senado. O episódio evidenciou um clima de desconforto e divergências entre autoridades do Judiciário e do Executivo.

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A rejeição ocorre em meio a um cenário de articulação política intensa e resistência no Congresso. A indicação enfrentou obstáculos desde o início e acabou refletindo dificuldades de alinhamento entre o governo federal e parlamentares. Com a decisão, o presidente da República deverá apresentar um novo nome para a vaga no STF, em um ambiente ainda marcado por tensões institucionais e disputa política.

As informações são do portal Quadro Geral.