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Cão de Bolsonaro morde PMs durante guarda de prisão domiciliar

Foto: Reprodução / Instagram

A atuação de policiais militares do Distrito Federal na vigilância da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro tem sido marcada por problemas estruturais e situações de risco. Conforme relatos, os agentes permanecem restritos às áreas externas da residência, situada em um condomínio no Jardim Botânico, sem acesso ao interior do imóvel. A operação é dividida entre a parte frontal e os fundos da casa, onde também há presença de equipes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Entre os episódios registrados, dois cães sem raça definida, conhecidos como “vira-latas caramelo”, circulam livremente pela propriedade e já teriam mordido policiais em pelo menos duas ocasiões. A ausência de controle sobre os animais aumenta o nível de alerta durante o serviço e impõe riscos adicionais aos agentes, que precisam manter a vigilância em um ambiente considerado adverso.

Além dos incidentes, policiais relatam condições precárias de trabalho. Sem abrigo adequado, permanecem expostos ao clima, utilizando garagem e áreas externas como apoio. Há apenas um banheiro disponível nos fundos da residência, com uso limitado. Segundo fontes, a falta de estrutura compromete o desempenho da função e evidencia falhas no planejamento da execução da medida.

O monitoramento inclui o cumprimento de regras determinadas pelo Supremo Tribunal Federal, como apresentações periódicas a um oficial responsável e controle rigoroso de horários. Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 27 de março, após alta hospitalar, devendo seguir restrições como limitação de visitas e comunicação durante o período inicial estabelecido pela Justiça. Atualmente, ele reside com familiares no local.

As informações são dos portais Quadro Geral e Metrópoles.