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Reajuste anual eleva preços de medicamentos e impacta orçamento familiar

Foto: Giuliano Gomes / Gazeta / Reprodução

O governo federal autorizou, a partir desta terça-feira (31), o reajuste nos preços de medicamentos em todo o país, com aumento máximo de 3,81%. A medida foi publicada no Diário Oficial da União e definida pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, que estabelece diferentes tetos conforme o nível de concorrência: até 3,81% para produtos com maior competitividade, 2,47% para nível intermediário e 1,13% para menor concorrência.

O impacto já é percebido por consumidores que dependem de uso contínuo. Em Campo Grande, famílias relatam aumento nos gastos mensais, especialmente diante da indisponibilidade de alguns medicamentos na rede pública. Em alguns casos, despesas com tratamentos contínuos podem alcançar valores próximos ou superiores a meio salário mínimo, comprometendo significativamente a renda.

De acordo com a norma, os reajustes devem respeitar o teto definido e considerar o Preço Fábrica mais recente divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Farmácias e drogarias são obrigadas a manter listas atualizadas com base no Preço Máximo ao Consumidor, que varia conforme a carga tributária estadual. Apesar das regras, consumidores apontam que a elevação de preços, somada à oferta limitada na rede pública, dificulta o acesso aos medicamentos.

Com informações do portal CG News.