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Governo articula medidas para evitar paralisação de caminhoneiros

Caminhoneiros podem entrar em greve caso não consigam mudanças ligadas ao frete (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Diante da possibilidade de uma nova greve de caminhoneiros, o governo federal intensificou negociações e prepara um conjunto de medidas para reduzir os riscos de desabastecimento e impactos econômicos. Entre as ações em estudo estão o reforço na fiscalização do piso mínimo do frete e iniciativas voltadas à redução do custo do diesel, principais demandas da categoria.

O anúncio das medidas está previsto para esta quarta-feira (18), em Brasília, durante coletiva no Ministério dos Transportes. A proposta inclui ampliar o controle sobre o cumprimento da tabela do frete, criada em 2018, que estabelece valores mínimos com base em critérios como distância percorrida e tipo de carga. Segundo caminhoneiros, a falta de fiscalização tem contribuído para o descumprimento frequente da regra, especialmente em um cenário de alta nos combustíveis.

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Outra frente de discussão envolve o preço do diesel. A equipe econômica avalia alternativas para reduzir o impacto do ICMS, com possibilidade de compensação financeira aos estados, que demonstram resistência à medida. Paralelamente, lideranças do setor indicam que a paralisação pode ocorrer caso não haja avanços concretos nas negociações nos próximos dias, o que mantém o tema sob atenção do governo devido aos possíveis reflexos na economia e no abastecimento.

Agência Brasil.