O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quinta-feira (26) que considera excessivas as críticas feitas ao ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli no âmbito do Caso Master. Segundo ele, enquanto esteve na relatoria, o magistrado atendeu aos pedidos apresentados pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, e destacou que o STF tem desempenhado suas funções dentro das atribuições legais.
Toffoli deixou a condução do processo após relatório da Polícia Federal mencionar relações entre o ministro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A relatoria foi assumida pelo ministro André Mendonça. Motta afirmou que sua manifestação não ignora possíveis excessos, mas reconhece a atuação institucional do ministro durante o período em que esteve à frente do caso.
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Na entrevista, o presidente da Câmara também criticou a ampliação do escopo de comissões parlamentares de inquérito no Senado que passaram a abordar o tema, como a CPMI do INSS e a CPI do Crime Organizado. Para ele, CPIs devem respeitar o fato determinado que motivou sua criação. Motta acrescentou que, na Câmara, há atualmente 16 pedidos de instalação de comissões aguardando análise, sendo que apenas cinco podem funcionar simultaneamente, o que dificulta a abertura de nova investigação sobre o Caso Master neste momento.
As informações são do portal Metrópoles.



