O Partido dos Trabalhadores iniciou movimentação para dialogar com o público evangélico depois da repercussão negativa de críticas relacionadas ao desfile da escola Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o Carnaval. Parte das manifestações se concentrou em uma ala da apresentação intitulada “neoconservadores em conserva”, interpretada por grupos religiosos como ofensiva.
Para tratar do tema, a legenda passou a destacar integrantes com identificação ou proximidade com o segmento evangélico nas redes sociais. O primeiro nome escolhido foi o da deputada federal Benedita da Silva, que é evangélica e tem base eleitoral no Rio de Janeiro. No domingo (22), ela publicou um vídeo em que se apresentou como “mulher de fé”, afirmou ter mais de 60 anos de vivência evangélica e falou sobre família, além de criticar o uso da Bíblia para fins partidários.
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Questionado sobre a reação de setores evangélicos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que não participou da elaboração do samba-enredo nem da organização do desfile. Ele afirmou ter sido apenas homenageado por meio da canção apresentada e disse que a música também faz referência à trajetória de sua mãe e à mudança da família para São Paulo.
Com informações do portal Metrópoles.



