A Transparência Internacional destacou investigações envolvendo o Banco Master e fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) como exemplos de fragilidades no sistema de controle da corrupção no país. Os casos foram citados na retrospectiva referente a 2025, divulgada em 2026, como situações que evidenciam falhas de governança e riscos de atuação de redes criminosas dentro de estruturas públicas e setores estratégicos da economia.
O documento acompanha o Índice de Percepção da Corrupção, que manteve o Brasil na 107ª posição entre mais de 180 países avaliados, com 35 pontos em uma escala de 0 a 100. A entidade também mencionou operações policiais que identificaram esquemas de grande impacto financeiro, incluindo fraudes previdenciárias com prejuízos a aposentados e suspeitas envolvendo contratos bancários e possíveis conflitos de interesse.
O relatório apresentou recomendações aos três Poderes, como ampliação da transparência orçamentária, fortalecimento de mecanismos de investigação e regulamentação de atividades de lobby. A Controladoria-Geral da União contestou o uso do índice como medida direta da corrupção e afirmou que o aumento de investigações e transparência pode indicar maior capacidade do Estado de identificar e combater irregularidades, citando o caso do INSS como exemplo de atuação para interromper fraudes e ressarcir vítimas.
As informações são do portal Pleno News.



