O secretário municipal de Educação de Campo Grande, Lucas Bitencourt, afirmou que um eventual movimento grevista das assistentes de educação infantil não deve comprometer o funcionamento das Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis). Segundo ele, a rede municipal possui professores de educação infantil nos níveis 1 e 2, capazes de atender desde bebês até crianças próximas da idade do ensino fundamental, o que serviria como estrutura de apoio em caso de paralisação.
Durante coletiva, o secretário reconheceu a importância das assistentes para o cuidado e desenvolvimento das crianças e informou que a Secretaria Municipal de Educação criou uma comissão para apurar denúncias de assédio moral e problemas de superlotação em salas. Sobre as reivindicações salariais, que incluem reajuste de cerca de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil e auxílio-alimentação, a análise foi atribuída à área financeira do município.
O sindicato da categoria definiu indicativo de greve para fevereiro, enquanto mantém negociações com a prefeitura. Paralelamente, a gestão municipal destacou avanços na educação infantil, como a redução da fila por vagas nas Emeis, que caiu de cerca de 13 mil para aproximadamente 2 mil crianças, após retomada de obras, construção de novas salas e ampliação de vagas na rede.
Com informações do portal CG News.



