Frank Tavarez, um homem da República Dominicana, viveu por 22 anos em um convento sob a identidade de uma freira até ter sua história revelada e ser afastado da vida religiosa. Ele foi acolhido ainda na infância por religiosas, após perder os pais em um acidente, e passou a ser chamado de Maria Margarita devido à sua aparência. Apesar de reconhecer sua identidade masculina desde os sete anos, manteve a identidade feminina para permanecer no convento.
Durante mais de duas décadas, Tavarez adotou estratégias para ocultar sua identidade, como evitar banhos coletivos e usar roupas largas. No entanto, com o passar do tempo, sua fisionomia despertou suspeitas. Relatos apontam que algumas novatas chegaram a se envolver com ele em segredo, e a revelação do caso levou à sua expulsão. Posteriormente, ele buscou abrigo em outro mosteiro, onde conheceu Silvia, com quem teve um breve relacionamento antes de ser definitivamente afastado.
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Fora da vida religiosa, Tavarez reconstruiu sua trajetória como costureiro e escritor. Seu livro autobiográfico, A Freira Despida, tornou-se um sucesso na República Dominicana e inspirou uma música do cantor Juan Luis Guerra. Hoje, aos 73 anos, ele compartilha sua experiência em palestras e entrevistas, abordando os desafios que enfrentou ao longo de sua vida, publicou o portal BossaNews Brasil.



