O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que, embora “repugnante” planejar a morte de alguém, tal ato não constitui crime no Brasil, e defendeu seu projeto de lei para criminalizar atos preparatórios. Para ele, as prisões não têm “amparo legal” e são “antidemocráticas”.
Já a deputada Carla Zambelli (PL-SP) se manifestou nas redes sociais dizendo que a operação é uma “cortina de fumaça” para prejudicar o ex-presidente. Embora não tenha feito menção direta ao caso, Zambelli criticou aqueles que, em sua visão, não seguem a lei e considerou repugnante a tentativa de ligar Bolsonaro ao ocorrido.
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A deputada Bia Kicis (PL-DF) também se uniu às críticas, compartilhando uma frase atribuída ao falecido escritor Olavo de Carvalho, ícone do bolsonarismo: “Ou vocês prendem os comunistas pelos crimes que eles cometeram ou eles o prenderão pelos crimes que vocês não cometeram.”
Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi outro a se pronunciar, afirmando que as investigações são parte de uma “guerra de narrativas” contra a direita. Ele mencionou episódios passados, como as investigações sobre as joias recebidas por Bolsonaro e o caso do cartão de vacinação, e prometeu que a resposta virá nas urnas, em 2026.
Fábio Wajngarten, advogado de Bolsonaro, também criticou a operação, acusando o governo de usar o caso como uma estratégia para desviar a atenção dos problemas da sua gestão. Ele descreveu como “absolutamente inconsequente” a fala do ministro Paulo Pimenta, que sugeriu uma possível conexão entre o grupo preso e o núcleo bolsonarista.
Por fim, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) também se manifestou de forma contundente, insinuando que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu ao caso para desviar a atenção dos problemas de sua gestão. “A Janja fez tanta merda que tiveram que voltar com o tal golpe de estado”, afirmou, referindo-se à esposa do presidente, Janja Lula da Silva.