Na tarde da última sexta-feira (11), um helicóptero do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais caiu enquanto transportava uma equipe de resgate, resultando na morte dos seis ocupantes. A aeronave estava em uma missão para acessar o local onde havia caído um avião monomotor em uma região de difícil acesso em Ouro Preto. As vítimas foram quatro bombeiros, um médico e um enfermeiro, identificados apenas pelos primeiros nomes: capitão Wilker, tenente Victor, sargento Wellerson, sargento Gabriel, médico Rodrigo, e enfermeiro Bruno Sudário.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o helicóptero perdeu contato após a equipe ter chegado ao local do acidente do monomotor e aguardar melhores condições climáticas para retornar. A última comunicação da tripulação indicou a falta de visibilidade segura para o voo de volta.
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De acordo com o porta-voz do Corpo de Bombeiros, 1° Tenente Henrique César Barcellos, a região era extremamente íngreme, com desníveis de até 300 metros, e as condições climáticas adversas dificultaram tanto as buscas quanto a operação de resgate. O comandante do helicóptero era um profissional experiente em operações desse porte, tendo atuado no desastre de Brumadinho.
Operação de resgate em andamento
Mais de 80 pessoas estão envolvidas nas buscas e no resgate dos corpos, incluindo oficiais do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Força Aérea Brasileira (FAB) e Defesa Civil. A aeronave foi localizada em uma área de difícil acesso, e as autoridades enfrentam desafios para realizar a remoção com segurança. Os corpos serão encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte para os procedimentos cabíveis.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO), expressou suas condolências às famílias das vítimas em suas redes sociais, classificando o incidente como uma tragédia e prestando solidariedade a todos os envolvidos.
“A minha solidariedade e orações estão com os familiares e amigos nesse momento tão difícil”, declarou Zema em seu perfil no “X”.



