Macaé Evaristo (PT), nomeada como nova ministra dos Direitos Humanos no governo Lula, em substituição a Silvio Almeida, é ré na Justiça de Minas Gerais por envolvimento em um caso de superfaturamento na compra de uniformes escolares, conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo.
O episódio remonta a 2011, quando Evaristo ocupava o cargo de secretária de Educação de Belo Horizonte, na gestão do ex-prefeito Márcio Lacerda. Além disso, a nova ministra também enfrentou questionamentos semelhantes durante seu mandato como secretária de Estado de Educação, entre 2015 e 2018, no governo de Fernando Pimentel (PT).
Continue após a publicidade
Na época, ela firmou um acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) para encerrar o processo. Ao Estadão, Evaristo afirmou que sua defesa contestou a ação judicial e garantiu estar “tranquila e consciente do compromisso com a transparência e correta gestão dos recursos públicos”.
“Esses processos pelos quais respondi na condição de Secretária de Estado de Educação são processos que resultaram na celebração de acordos para resolução célere e eficiente sobre questões ligadas à Administração Pública. Destaco ainda que sempre colaborei com a Justiça de forma engajada, reafirmando meu compromisso com a transparência, a responsabilidade e a defesa do interesse público”, declarou Evaristo.



