Anne Carolline Barros, de 25 anos, que morreu na tarde desta segunda-feira (17) vítima de acidente na Avenida Afonso Pena em Campo Grande, deve doar todos os órgãos possíveis”, declarou a família. A jovem era passageira de um Chevrolet Classic, conduzido por um homem de 27 anos.
O acidente que vitimou a jovem aconteceu na manhã do último domingo (16) por volta das 6 horas. Anne foi socorrida em estado grave e precisou ser entubada no local. Ela foi conduzida para a Santa Casa de Campo Grande e passou por protocolo de morte encefálica.
Na tarde desta segunda-feira, os familiares de Anna relataram que os médicos confirmaram a morte da jovem que era recém formada em medicina. O padrasto de Anne disse ao Jornal Midiamax que a doação será do coração, fígado, córneas e pulmão. “Todos possíveis”, disse o padrasto em relação aos órgãos doados por Anne.
O rapaz que dirigia o carro disse aos policiais que não se lembrava de nada do acidente, só de estar no hospital. A resposta veio depois de ser questionado sobre a ingestão de bebidas alcoólicas antes de dirigir. O casal estava em uma festa antes do acidente.

Motorista do Chevrolet Classic é réu em outro acidente com vítima
Conforme publicou o jornal Star Mídia, o motorista do Chevrolet Classic, de 27 anos, que dirigia o veículo, é réu em processo por outro acidente ocorrido em 2022. A vítima do primeiro acidente pede indenização por danos materiais, morais e estéticos.
O processo movido pela primeira vítima diz que o motorista do Classic, que na época dirigia um Volkswagen Gol, acabou invadindo a preferencial da Travessa Paraopeba, na região do Bairro Aero Rancho, causando um acidente.
Segundo consta no boletim de ocorrência, as informações relatadas no primeiro acidente são de que o condutor do Gol estaria na preferencial quando, no cruzamento, foi atingido pela motocicleta Titan preta. Contudo, a versão foi contestada por uma testemunha local.
Durante o atendimento, o registro policial foi elaborado sem o relato do motociclista da Titan preta, que havia sido levado em estado grave para atendimento médico, com laceração e exposição óssea no joelho.
O processo aponta que o acidente deixou sequelas físicas que resultaram em limitações e dores e traumas psicológicos à vítima. A ação pede indenização pelos danos morais e corporais o valor não inferior a 100 salários mínimos; indenização pelos danos estético, no valor mínimo de 50 salários mínimos e parcela única do pensionamento vitalício.
O juiz da 4ª Vara Cível da Comarca de Campo Grande agendou uma audiência de conciliação entre as partes para 08 de março de 2023. Contudo, o motorista do Gol não compareceu. Outra audiência foi marcada para 15 de maio do mesmo ano, a qual o réu também faltou.



