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Tiros que mataram ex-vereador de Anastácio atingiram quanto ele estava ‘lateralizado’

Laudo da Perícia confirma que os tiros que mataram o ex-vereador de Anastácio, Wander Alves Meleiro, o Dinho Vital, de 40 anos, não o atingiram exatamente pelas costas, mas sim “parcialmente lateralizado”.

Conforme o documento,  o disparo que matou o ex-vereador entrou na região posterolateral, ou seja, de trás para frente, parcialmente lateralizado, transfixando o tórax da direita, o que resultou na perfuração de órgãos torácicos nobres, como coração e pulmão.

Segundo o perito, os disparos ocorreram por no mínimo 8 cm de distância. Segundo moradores de Anastácio, Dinho teria sido vítima de execução, é o que diz matéria do Mídiamax.

À esquerda, Douglas Figueiredo em festa e à direita Dinho Vital durante discussão (Foto: Reprodução)

Ex-prefeito de Anastácio, Douglas Figueiredo, e policiais que teriam executado Dinho Vital são alvos de busca e apreensão

A investigação sobre a morte do ex-vereador Wander da Silva Vital, o Dinho Vital (PP), acabou resultando na prisão do ex-prefeito e pré-candidato à prefeitura de Anastácio, Douglas Figueiredo, nesta sexta-feira (17).

Conforme noticiado pela reportagem, o ex-prefeito e dois policiais foram alvo de busca e apreensão do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na manhã desta sexta-feira.

Durante a ação policial, autorizada pelo juiz Luciano Pedro Beladelli, os investigadores acabaram encontrando uma pistola, duas espingardas e munições na casa do ex-prefeito, o que motivou a prisão dele.

Conforme anunciado pelo portal, os alvos da Gaeco, o sargento da PM Valdeci Alexandre da Silva Ricardo e o cabo da PM Bruno César Malheiros dos Santos, teriam sido afastados da Polícia Militar nesta quinta-feira (16), após suspeita de execução de Dino Vital.

O ex-vereador de Anastácio Dinho Vital, foi executado a tiros na tarde do dia 08 de maio, após confraternização em uma chácara na BR-262, próximo ao município de Anastácio, a 137 quilômetros de Campo Grande.

A investigação foi iniciada após pedido do MPMS (Ministério Público Estadual), e a ação foi autorizada pelo juiz Luciano Pedro Beladelli, da 1ª Vara da Justiça de Anastácio.

Conforme o documento, a investida policial teve por objetivo “coletar provas relativas à prática de homicídio qualificado, por meio de apreensão de vestígios físicos ou digitais localizados […] quando houver suspeita que contenham material probatório relevante para as investigações”.